Um colosso! 500 mil voltam ao Bolsa Família

Uma comparação do “lulopetismo” com o golpismo

por Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada –

A repórter Renata Mariz de O Globo Overseas Investment BV produziu magnífica comparação entre o que o FHC Brasif chama de “lulopetismo” e o que o FHC Brasif chama de “pinguela para o futuro”.

Wagner e Rosamaria Amorim deram “baixa” no cartão do Bolsa Família, porque ela foi trabalhar de auxiliar de serviços gerais e ele, de ajudante de pedreiro com carteira assinada.

Isso, em Planaltina, Goiás, perto de Brasília.

O casal Amorim comprou casa, móveis modestos, eletrodomésticos e, vez por outra, presenteavam os filhos com pizza e tablet.

Isso, no “lulopetismo”, no “populismo”, no “desarranjo (sic) fiscal”!

No Golpe – de que a Cegonhóloga  é co-autora – os dois voltaram para o Bolsa, na companhia de 500 mil brasileiros vítimas a política dos açougueiros do neolibelismo!

E da Globo!

“O Bolsa Família é a nossa única fonte de renda desde setembro”, diz Rosamaria.

Quando será que Rosamaria e Wagner darão “baixa” no cartão, de novo?

Breve.

Semana que vem talvez, segundo a Cegonhóloga, na colona “Miriam Leitão”, no Globo, nesse dia iluminado, em Brasília e cercanias:

“A Economia começa a dar sinais de melhoras cada vez mais consistentes”!

Um colosso!

Em tempo: na campanha de 2002, quando foi fragorosamente derrotado pelo “lulopetismo”, o Padim Pade Cerra, também chamado de o Careca mandou a mulher, uma estadista chilena para a Baixada Fluminense, onde ela resumiu o sentimento da Casa Grande (e seus trombones) sobre o Bolsa: é o Bolsa Vagabundagem!

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