Temer, Doria, Lava Jato: marchinhas sobre política continuam em alta


.Após Dilma e Cunha estrelarem diversos sambas e paródias em 2016, peemedebista e prefeito de São Paulo são alvos de gozações

Por Miguel Martins, CartaCapital

A marchinha é um dos gêneros musicais mais identificados com a crônica política e a sátira de figuras públicas no Brasil. Predominante no carnaval do Rio de Janeiro entre as décadas 1920 e 1960, quando perdeu espaço para o samba-enredo, o estilo jamais furtou-se de ironizar os presidentes e políticos nativos.

Responsável por um dos governos mais repressivos da história republicana, marcado pela censura e pela perseguição aos movimentos tenentista e operário, Arthur Bernardes foi um dos primeiros alvos dos compositores de marchinhas, que lhe dedicaram as irônicas “Fala Baixo” e “Ai, seu Mé”, ambas de 1921, ano de campanha presidencial.

A primeira expunha o clima pesado no ambiente político da época e mencionava Bernardes por um de seus apelidos, “Rolinha”. A segunda traz no título outra alcunha popular do presidente mineiro, “Seu Mé”, e pedia a Bernardes para “baixar a crista”. Praticamente todos os presidentes até os anos 1960 seriam alvos de gozações ou homenagens de compositores.

Embora tenham perdido fôlego nas últimas décadas, as marchinhas de carnaval com temas políticos têm retornado à cena, principalmente por causa do resgate do carnaval de rua e do conturbado clima político do País.

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