Golpe deixa 3 milhões sem emprego há dois anos

O desemprego longo nunca foi tão alto na economia brasileira como agora; de acordo com dados do IBGE, 3 milhões de brasileiros estão sem emprego há mais de dois anos – o que dificulta as chances de recolocação; esse período coincide justamente com o golpe que destruiu a economia e a imagem do Brasil; em 2015, o Brasil foi governado, na prática, pela aliança mórbida entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-PR), que sabotaram o País com suas pautas-bomba; de maio de 2016 para cá, a responsabilidade é de Michel Temer e Henrique Meirelles, que produziram a maior depressão econômica da história do País; detalhe: em 2014, com Dilma Rousseff, o Brasil alcançou o pleno emprego

Do Brasil 247

O desemprego longo nunca foi tão alto na economia brasileira como agora. De acordo com dados do IBGE, 3 milhões de brasileiros estão sem emprego há mais de dois anos – o que dificulta as chances de recolocação.

“O número de pessoas desempregadas há mais de dois anos dobrou de 2015 para cá, com o prolongamento da crise econômica. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse grupo já soma quase 3 milhões de pessoas sem emprego fixo e com baixa perspectiva de se recolocar no mercado de trabalho. Para esses trabalhadores, a busca pelo emprego virou uma corrida contra o relógio, já que quanto mais tempo fora do mercado, maior a dificuldade para retornar”, aponta reportagem de Renée Pereira.

“Com o passar do tempo, não conseguem mais entrar no mercado de trabalho”, afirma o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

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Esse período coincide justamente com o golpe que destruiu a economia e a imagem do Brasil.

Em 2015, o Brasil foi governado, na prática, pela aliança mórbida entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-PR), que sabotaram o País com suas pautas-bomba, como estratégia para viabilizar o golpe, com a política do “quanto pior, melhor”.

De maio de 2016 para cá, a responsabilidade é de Michel Temer e Henrique Meirelles, que produziram a maior depressão econômica da história do País.

Detalhe: em 2014, com Dilma Rousseff, o Brasil alcançou o pleno emprego (relembre aqui).

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