Elites que derrubaram Dilma querem tirar Lula de 2018 ‘no tapetão’

A coalizão que tirou Dilma Rousseff do poder tinha a esperança de que Michel Temer seria um novo Itamar Franco, o que nunca se concretizou. Desacreditado e sem apoio popular, o grupo não tem alternativa para as eleições de 2018. “Resta-lhes uma única carta, que não é boa, e nela depositam suas esperanças de permanecer no poder por mais tempo: tentar levar o jogo para o tapetão, fugindo do campo da disputa democrática. Como não conseguem derrota-lo, perseguem Lula e procuram impedir sua candidatura na próxima eleição. Com julgamentos enviesados, acusações baseadas em “convicções” e fanfarronices de delegados”, escreve o sociólogo Marcos Coimbra, presidente do Instituto Vox Populi; “Quem tem de julgar Lula é o povo, plenamente capaz de fazê-lo”, completa

Brasil 247

A coalizão que tirou Dilma Rousseff do poder tinha a esperança de que Michel Temer seria um novo Itamar Franco, o que nunca se concretizou. Desacreditado e sem apoio popular, o grupo não tem alternativa para as eleições de 2018. “Resta-lhes uma única carta, que não é boa, e nela depositam suas esperanças de permanecer no poder por mais tempo: tentar levar o jogo para o tapetão, fugindo do campo da disputa democrática. Como não conseguem derrota-lo, perseguem Lula e procuram impedir sua candidatura na próxima eleição. Com julgamentos enviesados, acusações baseadas em “convicções” e fanfarronices de delegados”, escreve o sociólogo Marcos Coimbra, presidente do Instituto Vox Populi. “Quem tem de julgar Lula é o povo, plenamente capaz de fazê-lo”, completa.

“Os vitoriosos de 2016 achavam que a história se repetiria e que Michel temer seria um novo Itamar Franco. Que, apesar da insignificância, Temer poderia produzir um ‘novo fenômeno’, uma reencarnação de Fernando Henrique Cardoso, prontinho para salvar o primitivo capitalismo brasileiro, livrando-o dos perigos do ‘lulopetismo’.

Leia::  PSDB tem que devolver saco cheio do Aécio

O que tivemos, no entanto, foi a confirmação da velha regra, de quem na segunda vez, um episódio histórico se torna farsa. Temer é pior do que Itamar em qualquer quesito, a começar pela honorabilidade. Henrique Meirelles, candidato a novo FHC, que, no Ministério da Fazenda, assinaria uma espécie de novo Plano Real, foi um devaneio de banqueiros que não durou um mês. Seu programa econômico não funciona, é rejeitado pelo Pais e é mal recebido até pelo Fundo Monetário Internacional.”

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *