Depois de plantar o golpe, Aécio perde para Bolsonaro

Senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG) conseguiu queimar todo o capital político que acumulou nas eleições presidenciais de 2014, quando quase venceu; inconformado com a derrota, aliou-se com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), liderou um golpe parlamentar que arruinou a economia brasileira e para quê? para nada; a pesquisa CNT/MDA revela que Aécio, que já perdia para Marina Silva, foi ultrapassado até por Jair Bolsonaro; na pesquisa CNT/MDA, divuglada nesta quarta-feira, 15, Aécio aparece diminuto, com apenas 10,1%; estratégia do ódio, plantada pelos tucanos, favoreceu a direita radical – e não o PSDB

Brasil 247

O senador mineiro Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, obteve a façanha de dilapidar praticamente todo o capital político que acumulou nas eleições presidenciais de 2014.

Na ocasião, ele perdeu para a presidente Dilma Rousseff por uma diferença de 3,3% ou 3,5 milhões de votos. Inconformado com a derrota, aliou-se com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi alçado à presidência da Câmara, e juntos lideraram o golpe parlamentar de 2016, que foi o responsável por mergulhar a economia brasileira na maior depressão da história do país.

Principal fiador do governo de Michel Temer, Aécio Neves esperava colher dividendos eleitorais com a chegada ao poder pela via não democrática. Mas o povo deu recado claro o senador nesta quarta-feira, 15, por meio da pesquisa de intenção de votos divulgada pela CNT/MDA.

Os números um Aécio Neves diminuto, com apenas 10,1% de intenções. Atrás até do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que aparece com 11,3%, disputando a segunda colocação com a ex-senadora Marina Silva (Rede), que tem 11,8%.

Apesar da perseguição judicial sofrida, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a intenção de votos no primeiro turno, com 30,5%, segundo o levantamento da CNT/MDA. Lula lidera em todos os cenários propostos para o primeiro turno com percentuais de 30,5% a 32,8% (leia mais).

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Além de reativar o sentimento de saudade do ex-presidente Lula na população, que rejeita cada vez mais a agenda de reformas de Michel Temer e do PSDB (leia aqui), a estratégia do ódio, plantada pelos tucanos, favoreceu a direita radical – e não o PSDB.

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