Barbara Gancia revela como age uma bem comportada fascista

A jornalista Barbara Gancia contou em seu perfil no Facebook um episódio de intolerância que viveu com sua vizinha; o ataque proferido pela vizinha de Barbara à ex-primeira-dama Marisa Letícia mostra bem como se comportam os fascistas dos tempos atuais; Barbára descreve a senhora como essas que passeiam com os cachorros e sorriem para todos; “Você viu, só falta agora canonizar a dona Marisa. Que vá pro inferno, canalha!” Dei um “pause”. Suspirei. Depois perguntei a ela o que foi que dona Marisa fez de tão mau”, conta Barbara; a jornalista relata que até tentou argumentar, mas a senhora não deu ouvidos e continuou a proferir ataques

Do Brasil 247

A jornalista Barbara Gancia contou em seu perfil no Facebook um episódio de intolerância que presenciou com sua vizinha. O ataque proferido pela vizinha de Barbara à ex-primeira-dama Marisa Letícia mostra bem como se comportam os fascistas dos tempos atuais. A jornalista relata que até tentou argumentar, mas a senhora não deu ouvidos e continuou a proferir ataques.

Leia abaixo o post de Barbara Gancia:

“Hoje, cruzei no elevador uma senhora que é conhecida na vizinhança como boa praça. Ela sorri para todos, passeia com três cãezinhos daquele modelo peludinho parente do pequinês e conversa com árvores.

Dona senhorinha abriu o papo falando que gosta muito do “Saia Justa” e coisa e tal e arrematou com um comentário desses que hoje em dia passa por mera conversa de salão.

“Você viu, só falta agora canonizar a dona Marisa. Que vá pro inferno, canalha!”

Dei um “pause”. Suspirei. Depois perguntei a ela o que foi que dona Marisa fez de tão mau.

E a senhorinha:”Ó, chifruda, viu?”, continuou, apontando os indicadores pro alto sobre a testa. “Igual ao capeta”.

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Insisti: “A senhora viu as denúncias contra o Aécio? E o foro privilegiado concedido ao Moreira Franco?”

Nada. Ela não ouviu ou fez que não ouviu, desprezou ou simplesmente sublimou, não sei. Mas quando eu saí do elevador, Miss Simpatia ainda estava batendo na mesma tecla: “Que vá pro inferno, maldita”…

Para entender melhor como funciona a parcialidade das senhorinhas “de bem” deste Brasilzão de meu Deus, leia a entrevista abaixo com o jurista Bandeira de Mello:

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