121 mortos depois, Temer fala: ‘paralisação de PMs é inaceitável’

No sétimo dia sem policiais militares nas ruas do Espírito Santo, onde já foram registradas 121 mortes por diversos crimes, Michel Temer, de seu gabinete, divulgou uma nota em que afirma estar acompanhando os fatos “desde os primeiros momentos”; ele “condena a paralisação ilegal da polícia militar que atemoriza o povo capixaba” e, como se não tivesse tomado o poder por meio de um golpe, declara que “o Estado de Direito não permite esse tipo de comportamento inaceitável”; enquanto isso, o País continua sem ministro da Justiça, uma vez que Alexandre de Moraes se licenciou do cargo para angariar votos para o STF

Do Brasil 247

Depois de sete dias sem policiais militares e 121 mortes registradas por diversos crimes no Espírito Santo, Michel Temer divulgou uma nota, de seu gabinete no Palácio do Planalto, afirmando que está acompanhando os fatos “desde os primeiros momentos”.

No texto, ele “condena a paralisação ilegal da polícia militar que atemoriza o povo capixaba” e, como se não tivesse tomado o poder por meio de um golpe, declara que “o Estado de Direito não permite esse tipo de comportamento inaceitável”.

Enquanto isso, o País continua sem ministro da Justiça, uma vez que Alexandre de Moraes se licenciou do cargo para angariar votos dos senadores a fim de ter seu nome aprovado em sabatina que lhe garantirá uma vaga no STF.

Confira a nota de Temer:

Nota à imprensa

O presidente Michel Temer acompanha, desde os primeiros momentos, todos os fatos relacionados à segurança pública no Espírito Santo. Condena a paralisação ilegal da polícia militar que atemoriza o povo capixaba. Ao saber da situação, determinou o imediato envio de dois mil homens para reestabelecer a lei e a ordem no estado. O presidente tem se informado todos os dias com o governador Paulo Hartung e vai fazer todos os esforços para que o Espírito Santo retorne à normalidade o quanto antes. Agirá da mesma forma sempre que necessário, em todos os locais onde for preciso. O presidente ressalta que o direito à reivindicação não pode tornar o povo brasileiro refém. O Estado de Direito não permite esse tipo de comportamento inaceitável. O presidente conclama aos grevistas que retornem ao trabalho como determinou a Justiça e que as negociações com o governo transcorram dentro do mais absoluto respeito à ordem e à lei, preservando o direito e as garantias do povo que paga o salário dos servidores públicos, sejam eles civis ou militares.

Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República

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